Pesquisadora da polilaminina reconhece falhas, afirma que dados serão corrigidos e mantém defesa da eficácia.
Pesquisadora da polilaminina reconhece falhas, afirma que dados serão corrigidos e mantém defesa da eficácia.
O estudo que apresenta os primeiros testes da polilaminina como possível tratamento para lesões na medula espinhal em humanos deverá passar por ajustes. A informação foi confirmada pela pesquisadora Tatiana Sampaio, responsável pela investigação, em entrevista ao g1.
Segundo ela, as mudanças previstas não alteram os dados principais nem as conclusões já apresentadas. A cientista afirma que continua confiante no potencial da polilaminina como alternativa terapêutica.
O trabalho foi divulgado inicialmente em fevereiro de 2024 no formato de pré-print, que corresponde a uma versão preliminar de um artigo científico publicada pelos próprios autores antes da revisão por outros especialistas.
Durante a entrevista, Tatiana reconheceu que o texto inicial poderia ter sido mais bem elaborado. De acordo com ela, a publicação tinha como principal objetivo registrar a autoria do estudo, sem expectativa de grande repercussão naquele momento.
Agora, o material deverá passar por uma revisão mais ampla, com ajustes na apresentação dos dados e na descrição dos resultados. A intenção é preparar uma nova versão para submissão e publicação em uma revista científica.
Fonte/ Foto: Diário do Nordeste